segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Cereja em flor

O amor é algo tão suave...

É um compartilhar natural das pequenas coisas da vida

É um saber, sem querer, do que o outro aprecia

É um querer dividir as pequenas descobertas do dia a dia

É um estar presente, mesmo ausente

É uma aceitação sem julgamentos

Tudo isso com a brandura de uma criança

Como a doçura de um iogurte de cereja

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Qual o verdadeiro significado dos sonhos?


Essa pergunta sempre me vem a cabeça quando tenho sonhos peculiares. Sonho quase todos os dias e sempre não dou a devida importância ao que eles querem me dizer. Particularmente hoje, sonhei que estava em uma casa assombrada, ora com meu irmão, ora com meu marido, que eram a mesma pessoa (?!). Ele/eles estavam com uma câmera fotográfica e tentavam tirar fotos dos fenômenos paranormais, enquanto que eu interagia com os mesmos. Bem, os detalhes não importam, mas diria que este é um dos meus top three most dreamed dreams.

Em todos meus 30 anos de vida, tenho tido sempre três sonhos constantes. Esse da casa mal assombrada. Outro que sempre tem algo ou alguém me perseguindo e que sinto uma angústia de não conseguir correr rápido o suficiente para fugir, e um terceiro no qual me vejo como criança, com meu irmão e pai em uma cena de acidente de carro na beira da estrada. O do acidente de carro tive muito quando era criança, sempre a mesma coisa e depois de uma certa idade nunca mais tive. O que alguém está me perseguindo também tinha constantemente até há alguns anos atrás, hoje não mais. Associo o seu fim, com o início de algumas aulas de corrida que tive, agora que parei minhas tentativas de ser uma maratonista, fico imaginando se esse sonho voltará a aparecer... Espero que não! E o da casa assombrada, cujo o enredo é sempre o mesmo, o que varia é a casa, a assombração e as pessoas que estão comigo, as vezes conhecidas, outras não.


Já li diversos livros espíritas, nas minhas infinitas tentativas em ser uma pessoa melhor e mais compreensiva. No início deste ano, li um livro de Chico Xavier, se não me falhe a memória o título é Os Mensageiros. Um livro maravilhoso que me explicou muitas coisas, e uma delas foi o porquê sonhamos. Segundo o livro, e vários outros, quando sonhamos temos a capacidade de sair do corpo e visitarmos lugares distantes da Terra e até mesmo pessoas já desencarnadas. Sim, disso eu já sabia, mas o livro trouxe uma explicação sensata de porque nossos sonhos são na maioria das vezes tão sem nexo. O livro diz que apesar de termos esta capacidade de sairmos do corpo, muitas vezes nossa alma não está em um estágio suficientemente avançado para entendermos algumas verdades. Assim se viajamos para algum lugar ou se estivemos com alguma pessoa que não está mais encarnada, o que fica é uma espécie de sentido figurado, em imagens, da mensagem que nos foi passada, para tentarmos absorver essa mensagem no nosso íntimo.

Profundo isso, né?! Bem , essa foi até agora a explicação mais plausível que tive sobre o significado dos sonhos. Além disso, também já ouvi falar que, segundo a cultura Xamã ou indígena, nossos sonhos sempre tem haver conosco e não com acontecimentos externos do tipo que lemos em livros como ‘Significados dos sonhos e suas interpretações de A a Z’. Nestes catálogos sonharísticos, quem sonha com um simples cachecol, por exemplo, tem o prenuncio de um feliz caso de amor e também indica que o sonhador pode arriscar a sorte no jogo do bicho apostando no leão. Interessante, não?!

Enfim, este post não teve a intenção de explicar os sonhos, mas tem a intenção de tentar fazer com que prestemos mais atenção neles. Afinal, se sonhamos, algum motivo mais concreto acredito que deva existir. E você?! O que tem sonhado ultimamente?

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

EleTRONico

Ontem fui assistir ao filme Tron: O Legado, confesso que estava meio desanimada para ver (depressão pós exageros natalinos + motivos femininos), any way, lá foi o trio nostalgia (eu, namorado, e cucu) conferir o longa.

Assim que peguei os fashion óculos 3D ( totaly 80’s, pra combinar com o revival), fiquei pensando, será que o filme é tridimensional mesmo ou só as legendas? Pensamento que depois vi refletido em outras pessoas: “- Será que só as legendas vão ser em 3D?”, perguntou um rapaz na fileira de assentos logo a frente da nossa.

As luzes se apagam, passam os trailers, uns em 3D e outros not (?!). Pouco antes de realmente começar o filme aparece uma aviso na tela, dizendo que algumas cenas não são em 3D, mas que era recomendado ficar com os óculos durante o filme todo (Ué?! – Hello, quero metade do meu dinheiro de volta!).

Quanto ao filme, uma historinha bem mais ou menos, que conta a história de Sam Flynn (Garrett Hedlund), que após o sumiço de seu pai Kevin Flynn (Jeff Bridges) cresce e herda a Encom, império de jogos e aplicativos de PC. Ainda amargurado pelo desaparecimento do pai, ele acaba indo até ao antigo “escritório” (uma loja de fliperamas) do papi, e acaba sendo teletransportado para a “Grade”, um mundo de programas e jogos meio que gladiadores, onde reencontra seu pai, que viveu preso neste universo por 25 anos. Juntos, pai e filho tem que chegar ao portal que os leva para fora do mundo cibernético, mas antes eles têm que enfrentar Clu, um programa criado por Kevin, e por Tron, uma espécie de gladiador.

Bom, o que vale no filme? A nostalgia mesmo! Ver os jogos de disco, ver as disputas das motos os gráficos e tals. E lógico, conferir a trilha sonora matadora do Daft Punk e ver o duo francês fazer uma ponta no filme!

Fora isso, o 3D deixa a desejar total, do início ao final do filme. Não recomendo jogar dinheiro fora, então é melhor assistir em 2D mesmo. Outro problema, são os óculos, além deles vierem todo sujo, pra mim que uso óculos de grau é uó equilibrar dois óculos em um único nariz...afff!

Se você não é geração 80, como eu, pode ir assistir Tron – O legado, sem ter visto o longa anterior, que você vai entender perfeitamente, mas é legal assistir o antigo para entrar no clima e saber como Clu e Tron surgiram. Tron: Uma Odisseia Eletrônica foi produzido em 1982 e foi um dos primeiros a utilizar muitos efeitos de computador e um dos muitos filmes da época que marcaram a minha infância.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Finalmente, Chinese Democracy!

O Guns N’ Roses finalmente lançou seu tão aguardado álbum Chinese Democracy. Ápos uma espera de 17 anos, e várias promessas de agora vai, o álbum chega às lojas gringas neste domingo (23/11), mas por aqui o CD deve começar a ser vendido só no dia 27 de novembro. Mas, os fãs mais afoitos já podem conferir o disco na integra através do My Space da banda (www.myspace.com/gunsnroses).

Chinese Democracy é...

A voz de Rose em grande parte das faixas relembra os velhos tempos de Guns, em outras fogem um pouco da antiga sonoridade, como é o caso da faixa inicial e de Shackler’s Revenge, que soam mais metálicas, indútriais. No geral, Chinese Democracy segue à risca a receita dos antigos álbuns de sucesso da banda, com a maioria das músicas mais metais e algumas mais melódicas como a ciganística (?!) If the world, Sorry, a já conhecida Madagascar e This I Love, que possui um arranjo musical mais elaborado ao estilo November Rain, e também traz Axl ao piano. Outras possuem um ritmo característico Guns, com a antiga pegada de sobe e desce como em Street of dreams, IRS e There was a time. Sem sombra de dúvida a faixa Better, Catcher in the rye e This I Love são as que mais lembram as antigas number one rits , seja devido ao estilo do refrão, ou a um mix de riffs de guitarra a lá Slash em conjunto da voz de Axl.
Em questão de musicalidade, grande parte das faixas rementem, e muito, ao que seria a antiga formação do Guns nos dias de hoje. Trata-se de uma viagem ao passado, mas com novas músicas, novos arranjos musicais e novas letras. O disco é realmente bom, mas não o bastante para a expectativa criada em torno de seu lançamento.

'Revira e volta'

Desde o lançamento simultâneo dos álbuns Use your Ilusion I e II em 1991 pra cá, muita coisa rolou com a banda. Em 1994, Axl Rose começou a trabalhar no então mítico “álbum que nunca saia” Chinese Democracy. Dois anos depois, após boatos de um suposto desentendimento dos demais músicos da banda com Rose, o guitarrista Slash deixou o Guns, seguido pelo baixista Duff McKagan e pelo baterista Matt Sorum, que tempos depois depois, em companhia de Scoot Weiland, ex-vocalista do Stone Temple Pilots formaram a banda de hard rock Velvet Underground, que lembra um Guns mais glam devido as contruições musicais e performáticas de Weiland.

Depois disso, Rose só veio a decair. Isso ficou claramente explicito quando o cantor subiu ao palco do Rock in Rio 3, onde além de demonstrar a perda da energia e da forma que mostrava no auge do Guns, o cantor decepcionou a muitos fãs quando trouxe ao palco a bateria de escola de samba da Unidos do Viradouro, e tempos depois, aparece totalmente repaginado e com trancinhas (?!) no lugar da cabeleira loira, que muita molecada tentava à muito custo imitar.

Após muito vai não vai, e muitas piadas à parte, o álbum aos poucos dava sinais de vida. Nos últimos anos, pelo menos quatro músicas vazaram na Internet e duas faixas foram lançadas oficialmente, dando aos esperançosos indícios de que o disco poderia realmente sair algum dia.

Desde ontem (20/11), as 14 músicas do tão esperado disco já estão disponíveis para degustação, e em menos de um dia já tiveram mais de 20.000 comentários entre “Guns N’ Roses Rocks” e “Great album”. Até agora parece que o disco agradou aos fãs, mas resta esperar quanto aos números das vendas do dito cujo, o que eu particularmente duvido que superem aos números alcançados de Use your Ilusion I, que em único dia vendeu 500 mil cópias, ainda mais em tempos de Web 2.0.